terça-feira, 3 de maio de 2011
Dor
Eu achava bonito quando falavam "a ferida que não cura".
Agora eu sei exatamente como é isso.
Preciso internalizar que eu simplesmente não nasci pra algumas coisas.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Upgrade
Você desvia a atenção de um "problema" pra outro campo da vida e aparece outro. Muda, e outro. Foco em mim, agora. Vamos lá.
Sou forte quando preciso mas ser assim, tão racional, não deveria ser tão doloroso.
Quem sabe parar de dar valor aos outros e tentar dar mais valor pra quem realmente interessa - eu.
Blábláblá isso eu, minha avó e o Obama estamos carecas de saber, mas não seria a Aline. Egoísta desse jeito. Equilíbrio precisa ser o meu foco.
Por enquanto, eu vou escutando quem me dá força; os amigos que são minha família e as músicas positivas.
Eu gosto - muito - de rock e é 70% da minha influência, mas tenho um lado pop também, então não se assustem com o vídeo.
terça-feira, 19 de abril de 2011
It happened again
domingo, 17 de abril de 2011
O resto é balela.
1-Ter um trabalho que pague suas contas e sua diversão.
2-Ter amigos com quem contar.
3-Ter uma vida intensa pra poder rir de tudo no final de semana.
4-Ter um homem pra tirar a roupa sempre que desejar.
O resto é balela.
Definitivamente, eu não preciso de mais nada.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
9 anos, hein, Manaus?
Hoje me dei conta que em março fiz 9 anos de Manaus.
9 anos que eu entrei naquela sala do Latu Senso, rasguei a prova na cara daquela vaca por ter dito que eu tinha a obrigação de tirar uma nota melhor por ter vindo de São Paulo. 9 anos que fiz amigos de verdade num colégio chamado CIEC que hoje nem existe mais.
Lembro como se fosse hoje eu escolhendo o meu quarto naquele apartamento do Vieiralves, morrendo de calor e passando noites em claro porque não estava acostumada com o ar condicionado.
Até hoje as pessoas me perguntam o que eu ainda faço em Manaus, sendo que toda minha família está em São Paulo e até meus pais já foram embora daqui. Eu virei caboquinha. Comi jaraqui. Falo “tu” as vezes e “maninho” quando quero zuar com alguém. Só não gosto daquela farinha que quebra o dente, fora isso...rs. Eu aprendi amar essa cidade.
Uma coisa eu falo com toda certeza: quem diz que São Paulo é melhor que Manaus é porque só pensa nas férias. É realmente uma cidade ótima para passear, ir ao teatro, galerias, restaurantes divertidos e caros que não temos por aqui, passear na Paulista e se encantar com a avenida que não têm fios de alta tensão, tirar foto na esquina da Ipiranga com a São João.
Morar lá é completamente diferente. Você vive o estresse do trânsito. Não existe dinheiro pra comer todos os dias nos melhores restaurantes e quando você tem esse dinheiro, o que falta é tempo porque o trabalho te consome. É a “nóia” do medo de ser assaltado em qualquer semáforo. É a tristeza de ver o que REALMENTE é a pobreza. MUITA gente dormindo na rua, doente. Não é como em Manaus que você sabe quem é a doida que anda pelada na rua, que engravidou ano passado.
Viver em São Paulo não é fácil. Viver em qualquer lugar não é fácil. Fácil é a nossa mania de reclamar do que a gente tem. A casa do vizinho é sempre mais bonita que a nossa.
Não vou gritar aos 4 ventos dizendo que Manaus é o meu lugar, mas pra eu sair daqui só mesmo com uma proposta muito boa, pra ser mais feliz que sou, e olha, vai ser difícil, viu?!
Obrigada por esses 9 anos de aprendizado, Manaus, sua LYNDSAY!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Branco
quarta-feira, 30 de março de 2011
Influências
Recebemos muitas o tempo todo. Negativas e positivas.
Fingir que nada está acontecendo ou tentar resolver tudo de uma vez por todas?
O que Deus me deu de pele branca, tirou de paciência. As vezes eu penso que é tudo um teste. Vida pessoal e profissional. E o sentido da vida, nem aqueles caras lá de muito antigamente conseguiram resumir...Sei quem sou, o que eu quero e como fazer, mas a constante transformação foge do meu controle. Espero saber o que é bom e o que não é pra mim, na hora certa.
Ao som de Everlong-FF termino o post.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Dezesseis de Março
quinta-feira, 10 de março de 2011
F5
Da saudade do que não tenho.
Do que eu pensei que tivesse.
Do que nunca tive.
Do que pensava que já tivesse tido.
Do que esperava ter mais que todo mundo.
Do que pensava que era necessário.
Do que julgava desnecessário.
Do que quero agora.
Do que preciso pra sempre.
Pelo menos por enquanto.