sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Sobre ser gorda.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
A eterna questão do atendimento
O estado do Natal
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
O que vale a pena bater bem forte.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
"Você PRECISA emagrecer pra casar" AHAN ¬¬
Tem alguma passagem da bíblia dizendo que é feio ser noiva e gorda? Aliás, eu disse que quero casar na igreja?
Até onde eu sei, existem coisas mais importantes do que ser magra, num casamento. (risos)
Ninguém perguntou, mas recentemente fiz uma bateria de exames e estou ótima. Recebi parabéns dos médicos e tudo mais.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
A pessoa mais importante da sua vida.
domingo, 12 de abril de 2015
A metadinha da vida
terça-feira, 7 de abril de 2015
Apenas entenda
quarta-feira, 25 de março de 2015
Estavam todos certos
Passa aquela vontade de sair loucamente como se não houvesse o amanhã. Beber religiosamente -
Aquela insegurança, de saber se você vai ou não ser bem sucedida, ou se vão te aceitar do jeito que você é, ou se vai cumprir sua "promessa" de casar antes dos 30? Passa também.
Bom, eu não sou uma pessoa consumista, então não vou te dizer que a vontade de comprar 10 pares de sapatos vai passar, mas creio que vai diminuir.
Passa, mas não é ruim. Sua vida vai tomando rumo, você entende que as responsabilidades aumentaram porque você amadureceu e entende, principalmente, que isso não significa estar velha e chata. Esse pensamento também passa.
A gente cresce escutando nossas tias dizendo "nossa, sou tia, credo" ou "nossa, já vou fazer 30! TRINTA? Afff" e internalizamos isso como algo ruim. Ah, passa! Passa porque você entende que ser tia é uma delícia. Agradece, aliás, por não ter casado com aquele ex-namorado que você tinha "certeza absoluta" que ele era a razão, a verdade e a vida.
Aquela raivinha que você tinha da amiga da quarta-serie que te chamou de gorda e todo mundo riu, passa. Aliás, passa o trauma de todo bulling que você sofreu na escola.
Aquele medo de tentar coisas novas, de ser influenciada pelo que as pessoas gostariam que você fizesse, deixando isso passar por cima do que você quer ser ou fazer, também.
Se ainda não passou, vai passar. Faz passar, dá uma acelerada. Corre que vale a pena. Vai perceber que é verdade o que diziam anos atrás.
Passa até aquela vontade de ser do contra e de ser ouvida. Dá preguiça chamar atenção de quem, na verdade, nem se importa com sua opinião. Já disse aqui uma vez: concorda pra ser feliz. Vai saber quando argumentar sobre e com quem vale a pena.
É uma liberdade que não tem preço. E depois? Outras preocupações, outros medos, outros desafios que eu tô descobrindo, ainda. Mas o legal é que vai passar. Essa é a graça!
domingo, 25 de agosto de 2013
Só um minutinho
domingo, 10 de março de 2013
Mas o quê eu não sei mais.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
É um bom dia para salvar vidas
quarta-feira, 25 de abril de 2012
A menina no metrô
"...não me dá atenção! Você não responde nenhuma mensagem minha durante o dia! Eu te ligo o dia inteiro e as vezes você nem me atende. Será que não pode atender o telefone no trabalho? Que dedicação é essa? E aí, quando você chega da faculdade, diz que tá cansado e não pode ir lá me ver. Então pra quê a gente namora? Odeio quando você chega em casa e me liga sóó depois que tomou banho, que comeu, e aí eu pergunto como foi no seu trabalho e você só diz "foi tudo bem". Eu quero saber o que você fez no trabalho! Porque você tem tempo de responder os recadinhos daquelas suas amiguinhas no facebook, mas não tem tempo de colocar foto nossa lá, de me fazer declarações. Você não faz uma declaração pra mim. Uma vez ou outra na semana e só! Eu já tô cansada dessa falta de atenção..."
E saí do metrô, depois de 7 estações...
Depois, depois...
História verídica. Ela era branca, tinha a voz da Vovó Mafalda e usava Crocs.)
domingo, 29 de janeiro de 2012
Des
Descrente.
Desanimada.
Dependente.
Denegrida.
Desacostumada.
Um dia eu vou saber por que é tão difícil ter UM dia de paz. UM dia de felicidade completa.
Um dia.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Serenidade, coragem e sabedoria.

Eu poderia começar dizendo que esse ano foi uma merda, porque foi mesmo, mas... Não. Eu começo dizendo que 2011 foi, sem dúvida alguma, uma merda, MAS tudo tem o lado bom e o ruim. A gente aprende com as merdas que acontecem – ao menos a gente entende que aquilo não deve se repetir, agir de forma diferente daí já tá em outro nível – e não posso ser tão egoísta ao ponto de não reconhecer o que aconteceu de bom.
Aconteceu tanta coisa. Tanta. Mas posso citar as que mais me afetaram, negativa e positivamente.
Conheci minha Tertúlia, viajei com meus kunds e vi um dos meus melhores amigos casar. Eu me mudei! Por mais que agora eu esteja perto da minha família e da minha melhor amiga de novo, mudar é doloroso. Acontece que nem tudo que é bom é fácil, e eu tô trabalhando isso.
Em 2011 eu também dei tapa na cara da sociedade e dei meu primeiro tapa na cara de alguém. Recomendo as coisas. E nos dois casos, violência gera ego massageado, isso sim.
Eu tentei amar uma pessoa que me amou, por acreditar no amor, e amei de verdade uma pessoa que não quis tentar. Me fodi nos dois casos, lógico.
Me dei o direito de deixar de lado pessoas quem não acrescentavam mais nada na minha vida, só que eu não domino a arte do Let it be, e isso foi doloroso.
Conheci o espiritismo, que tem me ajudado a passar por tudo isso. Imagina se não!
Agora, eu poderia terminar o texto pedindo pra 2012 ser um ano melhor. Não, EU quero ser uma pessoa melhor. Eu quero saber como conduzir a minha vida ao meu favor. Serenidade pra entender o que eu não posso mudar, coragem pra mudar o que eu posso e sabedoria pra entender a diferença. É isso que eu mais quero em 2012.
Um beijão a todos que estiveram comigo em 2011, me apoiando e estando do meu lado mesmo com todas essas catástrofes. Feliz 2012 pra vocês!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Corre!

Sabe quando você parece que tá correndo uma distância sem fim, fica imaginando que uma hora vai acabar, mas não quer parar nem um minutinho pra beber água, mesmo depois de horas? E daí, quando seu organismo te força a parar, você meio que fica zonza?
Tá. Eu e minhas micro metáforas falidas, né?
Mas eu continuo elétrica. Sei lá de onde eu tiro forças, na verdade, com Murphy aqui, atuando perfeitamente na minha vida.
Eu não costumava ter dores de cabeça, e agora é uma constante.
Continuo com a mania de querer dar conta de tudo, cuidar de todos e me colocar em último lugar. É, não tem lição de moral que faça isso mudar assim, tão fácil. Eu já disse que deixando bem os que estão ao meu redor, eu fico bem, né? O meu lado egoísta tá sempre socializando com todo mundo.
Tem o quê, 2 meses que eu não posto aqui? As novidades não são absurdas como costumavam ser. E não mudou muita coisa, na verdade.
O Pulsante continua sendo um ponteiro involuntário, mas eu tenho roubado dele, viu? Dou corda, adiando e atrasando quando me convém. Eu aprendi a ser meio malandra com ele!
Do mais, eu continuo correndo, não sei por onde, mas eu sei exatamente onde quero chegar!
E ah, Feliz Natal pra quem lê o blog!
Depois eu faço as minhas considerações de 2011!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Como seria?
Eu poderia ter nascido bicicleta. Não saberia onde me levariam, mas teria a certeza que iriam curtir e cuidar de mim pra chegar lá com cuidado. Eu gosto de me sentir útil e fazer as pessoas felizes! Eu me sinto feliz assim.
Quem sabe um desenho animado, que tem uma história bonita pra contar no final, daqueles que as pessoas querem ver sempre!
Uma particular de água da nascente de um lugar beeem longe! Uma coisa tão simples e tão importante e bonita pra quem consegue chegar lá.
Sendo bem egoísta, se eu soubesse que é comum aos seres humanos criar expectativas, eu confesso que preferiria ter nascido brócolis, pra não sofrer desse mal.
Tudo, tudo menos, menos ser um chiclete, como eu já escrevi aqui.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Daqui 10 anos
Uma vez me perguntaram como eu me imagino daqui 10 anos. Imediatamente imaginei uma cena, talvez irreal demais, sonhadora demais, improvável ou qualquer outra denominação de uma pessoa realista demais, que não tem sonhos e vive a vida passivamente.
Me vi chegando em casa depois de um dia de trabalho. Era uma casa mesmo, e não apartamento. Entrava pela porta dos fundos, onde deixava estacionado o meu carro branco. Carregava uma mala A3, o que me fez rir pois vi quero continuar trabalhando com publicidade, e ali provavelmente estaria levando as peças da agência pra levar pra algum cliente no dia seguinte, e então entrava com elas para estudar durante a noite.
As luzes estavam todas acesas e cadernos, lápis coloridos, sapatinhos e lancheiras espalhados por toda a sala. Isso tirava meu sorriso por um segundo, mas ele voltava assim que um dos meus filhos apareciam correndo, com uniforme do colégio e de meia (meu terror por gente que anda de meia na casa, só pra encardir...) chegava correndo em minha direção com os braços abertos gritando: “mããããããeee, o fulano (irmão) não quer deixar eu jogar videogame” (falando assim, com voz de criancinha que não sabe falar direito ainda).
Não demora muito e o tal irmão mais velho vem se defendendo, gaguejando e dizendo que não é nada disso, mas ele ganha abraço meu e eu finjo que não estou prestando muita atenção nessa terceira guerra mundial. Mais uns passos e eu encontro uma menininha fazendo a tarefa de casa – pintando algum desenho. Ela pula da cadeira como se tivesse pulando de um muro bem alto e corre pra me dar um abraço e fica pendurada no meu pescoço. Sim, no meu pensamento, naquela hora, eu tinha 3 filhos!
Eu vou até a cozinha e lá está meu marido só de bermuda, sem blusa, fuçando o que comer no armário e eu peço pra ele segurar a menininha um segundo, dou um beijo nele e procuro as panelas pra fazer o jantar. Enquanto isso, meu marido decide fingir que põe ordem na casa e tenta fazer os dois irmãos pararem de brigar e vai jogar videogame com eles. A menininha volta pra mesa pra pintar.
Eu termino o jantar, peço ajuda pra colocar a mesa, jantamos, conversamos, deixo a louça pra empregada (não é pra rir, ok?) e vou pra missão mais difícil do dia: dar banho nas crianças. Saio correndo atrás de todos, que beeeerram pra não entrar no banheiro. Dou banho de um por um. Pijama posto, confiro as tarefas. Tudo ok? Coloco os 3 pra dormir, cada um na sua cama, e é tarefa do pai conferir se estão todos dormindo depois que eu saio do quarto – e é claro que não estão, mas sabem que ainda faltam dar boa noite pro pai.
Enfim consigo tomar banho. É uma mistura de cansaço com felicidade. Deito na cama e consigo conversar sobre tudo com meu marido. Coisas sérias, divertidas, planos pro final pra amanhã, pro final de semana, pras férias, pra daqui 10 anos... Penso no trabalho de amanhã e coloco o despertador pra ligar 30 minutos antes do normal - porque preciso estudar o material do dia seguinte - mesmo sabendo que esses 30 minutinhos serão interrompidos por sono, grito das crianças ou outra coisa mais interessante.
Eu ficaria bem feliz se fosse bem assim.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Hoje, no metrô.
Hoje, no metrô, encontrei uma moça muito parecida comigo. Muito.
Ela era branca, com olhos pequenos e esverdeados, nariz pequeno e meio empinado, lábios finos e queixo marcado. É, ela era muito parecida. Eu tomei um susto. Vi também que ela olhou pra mim e depois olhou outra vez... Ela também era ruiva, mas usava o cabelo partido no meio. Usava um óculos bem fino, brinco de pérola, blusa preta lisa com um casaco preto, jeans e bota. Estava com fone de ouvido e a cabeça encostada na janela do trem, com a mão direita no queixo. O olhar dela estava longe. As vezes ela dava quase um sorriso e levantava a sobrancelha, como se estivesse imaginando uma conversa.
Antes de levantar, na mesma estação que eu desci, espremeu os lábios e levantou a sobrancelha num ar de lamentação, ou até conformação.
Ela parecia apaixonada, mas triste. Agora, não sei se projetei a minha imagem fora do espelho ou se era realmente outra pessoa.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
"Ideal"
Uma vez escrevi sobre as 21 coisas que eu queria num cara. Agora decidi fazer um post falando do meu ideal de homem.
Começo pensando que não existe um ideal pra mim. Porque no fundo, eu nunca vou conseguir encontrar todas essas qualidades num cara só. Quem leu o post “Estado Imaginário” sabe do que eu to falando. É quase como ler seu horóscopo antes de sair de casa. Quando faz isso, inconscientemente faz com que o que leu se torne verdade.
Bom, vamos lá.
Meu homem tem que ser HOMEM! Agá, ó, eme, í.! Isso significa, dentre outras coisas, ter atitude, saber o que quer da vida e não ser do tipo que pensa que precisa pegar várias pra mostrar que é homem. Aliás, sei que todo mundo tem uma história, mas não é por isso que eu preciso saber de todos os detalhes de todas as meninas que ele já pegou.
Não precisa ser bonito, mas tem que ser charmoso. Não pode ser musculoso nem magrelo. Na frente de um espelho, ele tem que olhar pra mim, e não pro próprio tríceps direito que está maior que o esquerdo.
Precisa ter um bom humor! Pode ser até sarcástico, mas divertido. Eu preciso rir com ele! E ele precisa rir das minhas piadas, mesmo que seja sem graça. Aliás, todas são. Meus amigos costumam dizer que o que me torna engraçada não é o que eu digo, mas a forma que eu falo. :p
Ele precisa me impressionar naturalmente com a quantidade de informações úteis e até inúteis que ele tem. Eu gosto muito de conversar e preciso de assunto, sempre. Esse é um ponto importante. Eu não posso me sentir sem assunto com ele. (Embora eu goste de silêncio muitas vezes, mas são ocasiões...)
Não posso me cansar dele! De natureza, eu topo tudo. Se é pra andar no parque, se é pra ir tomar sorvete dentro do carro, se é pra ir pra um boteco, uma balada, ficar em casa olhando pro teto, enfim. Eu só não posso me sentir com “preguiça” dele. Se negar a fazer muita coisa comigo por motivos idiotas é um grande fator pra eu me cansar.
Precisa entender a diferença entre ter ciúmes e ser paranóico. Em geral eu sou paciente, mas perco fácil com neurose.
Tem que gostar de sexo. Ponto.
Eu preciso me sentir desejada e querida. Ah, vá! Que mulher não gosta de se sentir conquistada todos os dias? E eu dou valor pras coisas simples...Pode ser uma piscadinha, um “você ta linda com esse brinco“ ou um “eu te amo, se cuida” no final de uma ligação.
Por fim, mas não menos importante, ele precisa querer casar e ter filhos. Carinhas que dizem que não querem casar, que só morar junto ta bom, que filho é atraso de vida e já tem muita criança no mundo só serve pra eu passar tempo. E pouco tempo, diga-se de passagem.
Mais que brasileira, eu sou mulher e sensível e não desisto nunca! E eu ainda vou ter tudo isso. Anotem ai.
Esse post foi imitado, descaradamente mas com a devida permissão de Henrique Gonçalves.
PARTE EDITADA NO MESMO DIA - Tá valendo.
No caminho pra casa fiquei pensando de algumas exigências bobas à princípio, mas que fariam a diferença!
O meu homem ideal não precisa me dar satisfações, mas precisa ter consideração. Exemplos: Se marcou algo comigo e vai atrasar, manda uma sms, telefona, whatsaap, twite, mensagem no facebook, e-mail, EU SOU FÁCIL DE ACHAR! Mas nunca vai me deixar esperando sem uma resposta. Até porque ele vai saber que eu simplesmente DETESTO ser ignorada.
Ele precisa me fazer surpresas. Seja um café da manhã num final de semana, ou um seqüestro relâmpago no meio da madrugada só porque sentiu minha falta no meio da noite.
Ele precisa arrumar o que fazer com os amigos dele. Só eles. Depois de um tempo eu percebi que esse momento “só eu e meus amigos” é fundamental pro relacionamento (porque eles não ficam te enchendo o saco, viu meninas? Deixem ele ir falar de mulher e beber cerveja com os amigos dele. Quando ele voltar você vai ver o que vai ganhar. Confia! ;) )
Ele pode torcer pra qualquer time. Pode até tirar sarro do meu time. Só não pode arrumar briga por causa disso! Isso é uma coisa que desabonaria fácil qualquer outra qualidade. Acho que é o item desclassificatório!
Meu homem ideal não arrota na minha frente. OK, CHEGOU A MINHA PARTE FRESCA! (é que eu não sei arrotar, e isso me dá agonia) Não, sério...se for sem querer, que peça desculpas, mas se for por pura porquice, já me irrito.
Ele tem que ser confiante! Saber sem ilusões quem ele é e gostar dele assim, mas sem ser arrogante ou convencido. Aquele humilde confiante, que confia no seu taco mas não é sem noção.
Ele precisa ser cavalheiro, e dizendo isso não quero dizer que ele deve pagar minhas contas, até porque eu acho que mulher que associa dinheiro a cavalheirismo é muito folgada (desculpa), mas eu digo de puxar a cadeira, de dar passagem pro pedestre, de se oferecer pra ajudar com a louça, de perguntar se ta precisando alguma coisa, dizer “com licença, obrigado e desculpa”.
Meu homem ideal tem amigas mulheres que ele nunca pegou, porque sabe o que é amizade. (Ok, lógico que ele vai ter umas amigas que ele já pegou, mas desde que não pegue mais, ok!)
Ele precisa gostar de música! Deus, como eu poderia esquecer disso! Das clássicas e das novas. Tem que me apresentar boas bandas, ou músicas de bandas antigas. Eu adoro descobrir coisas novas!
Tem que gostar de viajar, até porque eu devo me casar com o meu homem ideal, então sempre que tirarmos férias vamos viajar pra lugares simples, ou longe, ou quase impossíveis, mas vamos!
Ele tem que entender minha TPM. Eu não me considero uma mulher fresca, mas é fato que a TPM existe, essa praga, e eu fico insuportável. Eu mesmo não me suporto. Então, se eu chorar ele tem que tentar me fazer bem, se eu ficar de mau humor, paciência. Ele precisa decidir as coisas por mim quando eu tiver assim, porque eu nunca sei o que eu quero nesses dias.
Aliás, quando eu falar “Amor, o que eu quero comer?” na fila de algum fast food ou em algum restaurante, ele tem que decidir por mim. Eu tenho um sério problema em saber o que eu quero comer, e essas coisas de “Ah, não sei... Quem vai comer é você, escolhe” não me ajudam, só pioram até eu querer sair do restaurante.
Meu homem ideal nunca vai gritar. Ele vai saber que quando grita, eu crio um bloqueio mental e escuto pássaros num jardim florido. Vai ser totalmente ignorado. Então, se ele quer discutir algo, ele vai saber conversar.
Ele também vai saber que as vezes é bom só ficar olhando pro teto sem falar nada. Só segurando a mão ou fazendo um cafuné. Ele vai gostar de andar de mãos dadas, de dar um beijinho vez ou outra, mas vai saber que ficar dando beijão na frente de todo mundo é feio! Se for numa balada ainda vai, mas num restaurante, por exemplo, no way.
Meu homem ideal vai ter orgulho de contar a nossa história pros amigos, repetidas vezes, e dizer que ele ainda é apaixonado por mim.






