segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Inconformada

Inconformada: adj. e s.f. Que ou aquele que não se conforma; inconsolado, não resignado.

Eu não tenho muito o que dizer.
Fica o video da KT Tunstall e a letrinha aqui embaixo. Ele diz tudo.

http://www.youtube.com/watch?v=oa8zN4ElAFM

So you think it`s funny
That you keep calling me all of the time
Every day
Oh honey
Don`t want to be following and falling behind
If you`re gonna be walking away
And I don`t know
Why I wouldn`t follow
Wouldn`t follow

You got me looking up
Even when I`m falling down
You got me crawling out of my skin
You got me wondering why
I am underneath this big old sky
Stoppin` the loving getting in

Now you say it`s easy
That you been falling for all of my charm
And getting lost in my smile
Never ceases to amaze me
When I`m chancing my arm
That I still do it with style
And now I hope
You`ll be with me tomorrow
With me tomorrow

You got me looking up
Even when I`m falling down
You got me crawling out of my skin
You got me wondering why
I am underneath this big old sky
Stoppin`the loving getting in



quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O calor.

Tá quente. Muito quente. Quente pra caralho!

Depois de chuvas fora de época e frente fria nosense, Manaus tá pegando fogo e como dizem por aqui: "dicunforça".

10 motivos para eu odiar o calor:

1-Eu transpiro feito uma porca sofrendo na hora do abate.
2-Escova? Chapinha? Maquiagem? oi?
3-Sou uma pobre pedestre, dependente do maravilhoso transporte público manauara. Mesmo pegando uma rota tranquila para a agência, a sensação é de entrar numa caixa de ar condicionado. Imaginem aquele bafo quente consumindo seu corpo.
4-Eu sempre achei que no frio as pessoas são elegantes, se vestem melhor, podem abusar de combinações...No calor quanto menos roupa melhor, quanto mais curta melhor...E ai a Periguetaiada faz a festa.
5-Falando em periguetes é visível o aumento das próprias tomando sol lambuzadas de blondô em lajes, calçadas, praias e afins.
6-Insônia. Porque me diz, quem consegue dormir num calor desses? O ar condicionado parece que não funciona!
7-Abstinência. Me desculpa...suor de tesão é uma coisa, suor de calor é outra completamente broxante.
8-Dor de cabeça. Fico sem a menor vontade de criar, planejar, nada. Parece que meu dia é completamente inútil, movido pela esperança de olhar para o lado direito da tela e ver "18:30" piscando em neon.
9-Preciso manter minha belíssima cor "sabão de coco".
10-Parece que o mundo não tem outro assunto. O tema da vida é o "calor", assim como eu, que não consigo pensar em nada pra colocar no Pulsante além desse calor dos infernos.

Uma vez escutei: "Manaus é o estágio para o inferno."
Informo que já tenho PhD.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Do meu direito de Twittar.


Twitter não é mais novidade. Difícil um blog que nunca tenha falado sobre o assunto. Uns acham uma exposição desnecessária, outros o consideram como uma máquina de informações. Decidi falar o que é o twitter pra mim.

Twitter - meio de comunicação simples e eficaz, seja lá qual for seu objetivo.
Você tem uma empresa e quer divulga-la: você consegue, com planejamento, no twitter. Uma banda, um blog, um site, um partido político... É de graça e você está ali! A mostra para o mundo.

Existem pessoas que preferem deixar seus twitters trancados. Não julgo. Significa que o que ela escreve interessa somente para quem ela deixa seguir. Faz sentido.
Eu tenho o meu @line_vilela livre. Não ligo que fucem, me sigam...mas eu deixo bem claro, logo no meu back ground: 'I don´t necessarily agree with evertything i said." Entendeu, ou preciso traduzir? Se não foi o suficiente pra entender, veja a Bio: "...Sarcástica. Não me leve a sério por aqui".

Concordo que as pessoas possuem o direito de comentar, falar sobre tudo que eu escrevo...mas não de questionar!
Se você não concorda com o que eu escrevo, acha besteira (de fato, eu escrevo muita merda), se não vai com a minha cara...meu, unfollow tá aí pra isso, fazendo a vida das pessoas serem mais felizes!

Não costumo seguir alguém só porque ela me segue. Se eu não conheço, não sigo. Salvo algumas empresas do meu interesse, twitters sobre publicidade e até fakes engraçados. Já perdi muito follower por causa disso, mas não ligo.
Já fiz amigos no twitter, em "almocetes" ou quando alguém faz um comentário sobre algo que eu escrevi e achei relevante.

O meu objetivo no twitter é falar sobre as coisas que eu acredito, da forma que eu julgar conveniente. É falar besteira, piadas internas. É saber o que meus amigos pensam também, transmitir informações que eu julgo relevante e só. Não quero ter um milhão de followers, não peço pra que me sigam. Não faço propaganda política, não puxo saco de quem não conheço, não ligo muito pro que as pessoas falam dos meus tweets. Difícil entender?

Então, se você me segue e se tem alguma coisa que eu escrevo e você se incomoda, ou acha fútil, faz o favor de me dar unfollow e não fode a vida.
Obrigada.


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

The moment i wake up before i put on my make-up.

I wake up aproximadamente às 06:50. Hoje é sexta-feira. Estou coberta em posição fetal. Sinto-me quente. Tento abrir os olhos que estão pesados, quase uma tortura. Viro-me para ver se já é dia. O sol bate na janela, o que dá pra ver pela cortina. Olho o celular do lado direito da cama. Mesmo tendo uma cama de casal só pra mim, durmo do lado esquerdo e não invado o outro lado...é inconsciente. Tenho medo de pegar o celular e ver que horas são. Fico olhando pra ele pensando: "não toca, por favor...ainda não..." Ele não toca. Eu ensaio fechar os olhos novamente e "Traffic - Sterophonics" se propaga bem baixinho, seguida de um tremor que sempre me assusta, pra depois ficar bem alto.

São 07:00. O dedo indica o "adiar" do despertador. Mais 10 minutos. Penso que 10 minutos é o suficiente pra toda preguiça ir embora. O celular obedece. Agradeço a Deus por mais um dia. Por estar com saúde. Agradeço pelo meu emprego e peço que abençoe o dia do meu irmão, do meu pai, da minha mãe e de todos os meus amigos, nessa ordem. Não consigo esperar os 10 minutos. Esperar por "Traffic" mais uma vez significa me atrasar pro trabalho. Eu caio da cama, literalmente. Vou rolando até cair no chão, de joelhos, e solto um "puta que pariu" porque o joelho foi em cima do carregador de celular que está no chão. Olho no espelho: cabelo desarrumado, olhos cheio de remelas, uma pose pilantra como quem diz: "te pegava, hein". Abro a porta, vejo se meu irmão não está na sala. Ele nunca está. Sei que ele já foi à essa hora, mas sempre olho e faço essa observação com um "sua idiota" no final. Pego um copo de água pra regar minha pimenteira. Vou até a varanda e dou bom dia pra plantinha. Pego algumas pimentas que já estão maduras e guardo em um copo. Não, eu não como pimentas, mas elas são simpáticas. Volto para o quarto e penso: "será que dá tempo de deitar mais um pouquinho?" Olho no celular: são 07:06. Não, não dá mais tempo. Pego o celular, levo pro banheiro, tiro a roupa com uma preguiça e entro no banho. Espero a água esquentar um pouco e penso na roupa que vou vestir. Esqueço da roupa e começo a pensar em outra coisa, conversas e supostas situações sem nenhum fundamento, então "Traffic" grita do outro lado do box. Com o dedo molhado clico em "desligar" meio sem paciência, apesar de gostar tanto da música. Ainda no banho visualizo todas as minhas roupas e chego a conclusão que preciso de roupas novas. Mais uma vez me perco em pensamentos insanos e canto em voz alta: " ´cause i´m fucking crazy...i´m fucking crazy...probably...." Desligo o chuveiro já mais animada.

Enrolada na toalha pego a escova de dente, coloco um pouco de pasta, ligo a torneira, deixo a água cair mesmo sabendo que isso não é nem de longe a coisa mais correta a se fazer, mas assim como lavar a louça, escovar os dentes sem escutar o barulho da água cair me dá agonia. Olho no espelho e penso em boa parte do que pretendo fazer durante o dia. Escrever no blog sobre o que eu faço todos os dias pela manhã é uma dessas coisas. Enxaguo a boca, volto para o quarto. A diferença da cozinha pro quarto é gritante. Desligo meio que tremendo o ar condicionado. Escolho uma roupa qualquer, uma bolsa pra combinar e uma sandália bonita e confortável. Jogo tudo na cama. Procuro o celular...esqueci no banheiro...busco e procuro uma música animada pra me vestir. Vai "Trouble -Pink". Cantando, dançando e imitando a própria no DVD, me visto. Pego a bolsa de maquiagem, escolho o que preciso then i put on my make-up.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Free!

É bom quando você consegue eliminar coisas e pessoas que não te servem mais.

Começa pelo seu quarto. Mudar a cama de lugar, tirar tudo das gavetas, jogandar fora o que você nem usa mais. Certamente vai encontrar lembranças gostosas, que devem continuar guardadas e coisas que você estava procurando, que você sentia falta. Vai se sentir até estranha por pensar: Por que um dia eu usei isso? Da mesma forma acontece com a vida social.

Passar uma peneira e ver quem realmente é seu amigo. Existem os "contatos" e os "amigos". Saiber separar e dar a cada um seu devido valor. Lembrando que não se julga um amigo pela quantidade de tempo que ele passa com você, ou quantas vezes por semana vocês enchem a cara, mas sim o quão confortável você se sente para falar sobre certas coisas com ele, não importa quando.

Quando eu me importo, eu me importo, quando não, "que se foda" e pronto, acabou.
O pulsante aqui bate assim mesmo, sem muita ladainha. Sem muita paciência e com mil e uma lembranças, planos e histórias pra contar. Quero mais, sempre mais dessas coisas que me fazem sentir assim, feliz.

sábado, 12 de junho de 2010

Estado Imaginário

A Felicidade é sim um estado imaginário e eu não falo apenas de ser feliz no seu mundinho porque não consigo imaginar alguém que seja feliz completamente tendo plena consciência das coisas que acontecem ao seu redor. Com as contas pra pagar, com o trabalho estressante, com o trânsito, com a convivência forçada de alguém que você detesta, com os invejosos, com o buraco que tem na sua rua, com o vizinho filho da puta que põe o pagode no último volume naquele domingo de manhã em que tudo que você mais quer é dormir. Não. Não existe.

“Ah, mas fazer o bem traz felicidade!” Meeeeeeeeentira! O que é o “bem” pra mim não é pra você. Exemplo prático: Eu ajudo um flanelinha. “Ah, coitadinho, não tem onde viver, não tem o que comer, vou dar um trocado.” Mas na verdade estou apenas incentivando ele ficar pedindo esmola a vida inteira. E quem disse mesmo que ele é um “coitado”? Quem me garante que ele não vai usar a grana pra usar droga, o que acaba colaborando com o trafico, que colabora com os filhos da puta que te assaltam na porta de casa? (já fui vitima) E mais, pensa, quem ganha 500 reais por dia “reparando” carro em balada vai querer trabalhar um dia pra ganhar um salário mínimo por mês? E eu to fazendo o bem pro cara? Tá foda.

O ser humano é um bicho completamente incompreensível. Você, rico ou pobre, nunca está satisfeito (quer sempre mais e mais). Você, bonito ou feio nunca está satisfeito (quer sempre mais e mais). Você, solteiro ou casado nunca está satisfeito (quer sempre mais, e pior, mente dizendo que não).
Seria muito bom se a felicidade dependesse apenas de um carinho, de dinheiro (ah, vá, que esse não traz felicidade, mas manda buscar um pouquinho), de saúde, de ver alguém feliz, mas já entendi, pelos tapas que o mundo me deu, que isso não é nem metade da missa. Diferente do amor, ele sim. Falo daquele incondicional. Não da paixão. Vejam: Deus inventou o Amor e o Diabo inventou a Paixão. Simples assim. O pior que ninguém escapa, nem de um nem de outro, pelo menos uma vez na vida. Você ta apaixonada? Tá na merda porque você só consegue enxergar o que você quer. Está projetando toda sua felicidade em um alguém que parece preencher o que estava faltando. Olha a merda!

O amor, não. Pra mim não existe nada maior que ele. É o começo e a razão de tudo e é por isso que é tão difícil encontrá-lo. Consigo enxergar o amor mais ou menos assim, se pudesse personificar: é uma pessoa nem alta nem baixa, nem gorda nem magra, nem bonita nem feia, tem um sorriso bonito, usa roupas comportadas e limpas. Ele usa óculos (porque o amor é meio cego. É sério!), muito educado, atencioso, engraçado, carinhoso, bom de cama(ah, va!), respeitador, fiel, compreensivo, é amigo de todos os seus amigos, sabe o jeitinho certo de te mostrar como está errada, lava, passa, cozinha e ronca(porque já tava ficando irreal demais e o amor nem é tããão impossível assim).

O dia dos namorados chegando e droga, como eu queria achar um texto que fiz em 2005. Foi, sem dúvidas, um dos melhores textos que já fiz em toda minha vida. Enfim. Essa palhaçada toda de junho me faz refletir muita coisa, e não é só porque estou “sozinha” (é sim, porque se estivesse com alguém estaria curtindo a felicidade temporária desse dia).
Ele(a) não é a pessoa da sua vida. Você pode até pensar que é despeito, mas vai lembrar-se de ter lido isso quando vocês brigarem feio, ou quando ela te deixar, ou quando ele te trair, ou quando você achar alguém melhor.

Hoje você pensa que a pessoa que você encontrou é o próprio amor que citei ali em cima. É triste observar as coisas desse ângulo, ainda mais eu como uma canceriana (e percebo a cada dia que passa o meu ascendente – Touro – ficar mais perto de mim), mas tenho por base os relacionamentos que eu vi, de tios, amigos, conhecidos, pais de amigos e meus próprios pais... Conto nos dedos quantos deles estão juntos ou estiveram juntos durante anos pelo puro, o simples, o completo, o perfeito amor. “Pois é, não deu.” Tem sempre um filho, um dinheiro, um costume, um comodismo, uma mentira, uma pressão no meio.

Quero um sapato novo pro meu pé tão cansado de se aventurar por caminhos tortos. Às vezes piso nas minhas próprias pedrinhas. Penso que já consegui tira-las do meu caminho, mas vez ou outra encontro e elas me olham como se pudessem dizer: “Ta feliz? Eu to. Se fodeu, playboy.” No fundo quero deixar o verão pra mais tarde e mandar meio mundo se foder.
Prometi pra mim mesma que nunca mais diria “nunca” e que nunca mais diria “pra sempre”. É, esses clichês sempre funcionam, afinal, não é a toa que são clichês. Prometi tanta coisa (e vale ressaltar que aquela promessa lá, que eu até tentei de novo, foi pro saco). Promessas. Elas foram feitas pra quê, minha gente? Pra gente cagar o pau. Fato é que “mulher dorflex” e a “mulher passa-tempo” morreram, e como eu costumo dizer; sou uma pessoa muito mais feliz assim, e nunca mais quero ser isso e vou repetir isso pra sempre. Prometo.

Não estou pregando o ódio, a desconfiança, a “não união”, só acho que as pessoas (inclusive eu) precisam aprender a ser mais desprendidas das coisas e pessoas. Ter consciência do que quer, aceitar as conseqüências e saber que ninguém vai viver a sua vida, nunca vão viver pra você e o mais importante: você nunca vai ser a vida de alguém.
É aquela coisa, alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê EU não sei mais. Tô desacreditada temporariamente de tudo. Mas mesmo assim eu sei tão bem que existe alguém pra me libertar pra eu poder ter minha felicidade temporária.

Ao som de Los Hermanos, como puderam perceber, (porque não existe nada mais poético e “dor de cotovelo”) concluo que sou a maior falácia que já vi na vida. (Os posts anteriores provam isso. Droga.) Um feliz dia dos namorados pra vocês. Ou não.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Meta Fail

Só pra constar que a meta estabelecida no post anterior já foi pras cucuias.

Abraços.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A meta.

Fui pra Guarulhos semana passada e conheci a mulher mais astral de toda a minha vida.
Ela é tão feliz e conformada com os acasos que é daquelas que se está chovendo e ela está indo pra uma reunião de negócios, abre os braços e canta na chuva.
Aida, o nome dela.

Aida é uma ex modelo, tem agora seus 50 e poucos anos e não tem medo de nada. Não tem medo da vida, da morte, do acaso. Ela simplesmente vive. Faz o que dá na telha.
Fiquei com invejinha branca da Aida.

Fora isso...
Tô viciada em Cat Power. Já conhecia, e voltei a escutar por indicação de uma amiga.
"Good Woman" é o que faz mais sentido, ultimamente.
I want to be a good woman
And I want, for you to be a good man.
This is why I will be leaving
And this is why, I can't see you no more.
I will miss your heart so tender
And I will love
This love forever

I don't want be a bad women
And I cant stand to see you be a bad man
I will miss your heart so tender
And I will love
This love forever
And this is why I am leaving
And this is why I cant see you no more
This is why I am lying when I say
That I don't love you no more

Cause I want (to) be a good women
And I want for to be a good man

Eu mereço minhas cicatrizes. Elas são minhas condecorações.


Eu tenho uma meta. Simples. Praticável em um mês. Se eu conseguir, eu conto aqui.



sexta-feira, 9 de abril de 2010

Crise


Sinto a falta do meu note. Esses dias, sozinha em casa, várias coisas me passaram pela cabeça. Queria escrever aqui. Com certeza teria sido mais intenso ontem, mas vamos lá.

Muitas vezes deixo a emoção tomar conta de mim e esqueço dos meus objetivos.
Fico chateada quando leio ou escuto comentários de pessoas que não entendem o Blog. Cada um é livre pra escrever o que quiser. Já li blog sobre política, sobre moda, enfim... Eu escrevo pra mim. Muito do que escrevo quase ninguém entende, porque não participam da minha vida. Meu objetivo não é "aparecer". É legal ver os posts antigos, ver as situações que já passei, como consegui contornar, exercitar a escrita. É o meu pulsante, exposto da maneira que me dá na telha. Enfim. Sem mais justificativas...

A vida é feita de escolhas. Ai, que fato mais filho da puta!
Um "sim" ou um "não" definem tanta coisa. Até um "talvez" muda tudo.
Ia ser tão mais fácil se a vida viesse com um manual de instruções...Mas na verdade eu não sei qual seria o melhor tipo de vida pra mim e nunca vou poder saber
Cansei de cobranças, cansei de cobrar. Não que eu tenha desistido, mas eu tô cansada!
Sim, sou impaciente. Odeio esperar, coisa que mais tenho feito na vida.
Sim, um ato simples e decisivo poderia acabar com toda essa agonia, mas será que vale a pena? E esperar, vale a pena?

What am i? E o cronograma que fiz pra minha vida? Eu devo mesmo entregar tudo pro destino e agir por impulso?
Ou...eu tô reclamando de barriga cheia? Por que eu não me contento com o que a vida tá me oferecendo? Que TPM permanente é essa?
Confesso que muito é influência da minha vida amorosa, que ainda não se resolveu, que hora tá uma maravilha, hora tá uma merda. Esse tipo de coisa me afeta completamente.
Me sinto insegura. (preciso ler novamente o meu "Mini Manual da Mulher Bem Resolvida" e fazer o "Mini Manual da Mulher Segura"
Me julgo. Sinto inveja de - muitas - coisas que não gostaria. Sinto nojo de mim por isso.
Eu acho que tô em crise. Tô?
Nossa, que bosta.