sábado, 4 de junho de 2011

Semana inexplicavelmente inexplicável.

Sabe aquela história que você precisa ter muito cuidado com o que pede?
Eu peço e ganho demais.
Ganho demais mas tudo errado.
"Errado" porque não é o jeito que eu acho certo.
E o que é certo pra mim?
O que é o certo?
Acomodar? Agir?
Até quando?


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Quem é amigo avisa!

Eu já disse que vou escrever um livro com as coisas bizarras que me acontecem, né?!
Escreverei, mas acho que ainda não tenho histórias suficientes...mesmo assim, como eu sou muito legal – diz que não e leva dois jabs e um direto na fuça – decidi dar umas dicas, mais pros meus leitores masculinos – que eu descobri que tem muito homem vindo aqui – do que pras leitoras kundsays!

Antes de tudo quero dizer pra quem não me conhece que a minha diversão é transformar as merdas que acontecem na minha vida em piadas para a turma. É por isso que falam “pra ficar com a Vilela é preciso se garantir” porque se você resolver me sacanear, filho, ta fudido.
E ah, se você se reconheceu/identificou com alguma das histórias, eu só lamento. Se tiver algo pra reclamar, deixa ai um comentário e se entrega. ;)

1- Não interessa se você é médico da marinha ou cantor de alguma banda – falida – da cidade. Isso não é argumento pra conquistar ninguém (eu to falando de gente, e não de piriguetes)

2- NUNCA vire de quatro pra mulher nenhuma e diga: “min domina”. Principalmente se for a primeira - tentativa - transa de vocês.

3- Quando uma mulher estiver semi-nua do seu lado, a última coisa que você pode fazer é ler gibi no ipad.

4- Se você marca um encontro com uma mulher pela primeira vez e furar, ela certamente vai ficar chateada, mas vai entender. Se isso acontece na segunda vez saiba que você vai ser o “viadinho pau pequeno” nas conversas dela com as amigas.

5- Pau pequeno não é defeito. Se você souber usar a gente vai até falar que ele é “digno”

6- As mulheres falam de tamanho SIM. Todas as amigas da sua namorada/ficante/esposa sabem o tamanho do seu pau. Conviva com isso.

7- Se você tem um pau gigante e não se importa se está machucando ou não, vamos tratá-lo como se tivesse pau pequeno e você vai ficar na mão.

8- NUNCA dê um gemido maior que a mulher que você está comendo.

9- NUNCA espalhe seu “líquido” no seu próprio tórax.

10- Se você broxou, problema seu, não meu, então dá teu jeito ou vai ser tópico de blog de menina ruiva.

(Essas histórias não aconteceram comigo. Ou sim)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

É impossível ser melhor

Hoje conheci essa cantora através de um post no Facebook de um amigo meu.
Adorei!
O clipe tem roteiro, criatividade e uma ótima edição.
A letra fala por si só!

;)


Hoje enfim eu dei o fora
(Bem na hora)
Arranquei a amarra
Vou cair na farra
Tchau!

Hoje não tem fria
Não tem freio, não tem fila
Não tem fardo -
É feriado pessoal
Hoje eu dei no pé
Te dei um pé
Só peço um doce vento
E pra você, um pouco mais de sal

Hoje o sol declara o fim da guerra
E não vou dar o troco:
Tu foi muito pouco
Pra eu ficar fazendo carnaval

Hoje o mundo gira
Eu viro a mesa
O tempo passa
Ficar contigo deu despesas
Te deixar vai ser de graça
Hoje o mundo gira
Que beleza: A gente passa!
Ficar contigo deu despesa
Te deixar vai ser de graça
E além de chato já perdeu a graça

E se quiser saber se eu fico bem assim,
Confie em mim:
É impossível ser melhor
Muito ajuda quem não atrapalha
Em qualquer canto tem outro canalha
Eu não fico só


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Certezas?

Não sou de citar poemas, mas o Marinho - a íntima - consegue, nas mais simples palavras, traduzir um universo de sentimentos. Um pedacinho do poema "Certezas"

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão…
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas,
que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…
e que valeu a pena.

Mário Quintana


terça-feira, 3 de maio de 2011

Dor


Eu achava bonito quando falavam "a ferida que não cura".

Agora eu sei exatamente como é isso.

Preciso internalizar que eu simplesmente não nasci pra algumas coisas.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Upgrade

Umas das promessas que fiz no final de 2010 foi sofrer menos em em 2011 porque me disseram - todos os anos da minha vida - que o sofrimento é opcional e eu concordei. Continuo concordando, mas agora em partes.

Você desvia a atenção de um "problema" pra outro campo da vida e aparece outro. Muda, e outro. Foco em mim, agora. Vamos lá.

Sou forte quando preciso mas ser assim, tão racional, não deveria ser tão doloroso.
Quem sabe parar de dar valor aos outros e tentar dar mais valor pra quem realmente interessa - eu.
Blábláblá isso eu, minha avó e o Obama estamos carecas de saber, mas não seria a Aline. Egoísta desse jeito. Equilíbrio precisa ser o meu foco.

Por enquanto, eu vou escutando quem me dá força; os amigos que são minha família e as músicas positivas.
Eu gosto - muito - de rock e é 70% da minha influência, mas tenho um lado pop também, então não se assustem com o vídeo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

It happened again

Toda família precisa de uma tia velha solteirona e engraçada em cada geração. Estou me candidatando.

it happened again e juro que eu não escolhi.

domingo, 17 de abril de 2011

O resto é balela.

Tudo que uma mulher precisa é:

1-Ter um trabalho que pague suas contas e sua diversão.
2-Ter amigos com quem contar.
3-Ter uma vida intensa pra poder rir de tudo no final de semana.
4-Ter um homem pra tirar a roupa sempre que desejar.

O resto é balela.
Definitivamente, eu não preciso de mais nada.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

9 anos, hein, Manaus?

Hoje me dei conta que em março fiz 9 anos de Manaus.

9 anos que eu entrei naquela sala do Latu Senso, rasguei a prova na cara daquela vaca por ter dito que eu tinha a obrigação de tirar uma nota melhor por ter vindo de São Paulo. 9 anos que fiz amigos de verdade num colégio chamado CIEC que hoje nem existe mais.

Lembro como se fosse hoje eu escolhendo o meu quarto naquele apartamento do Vieiralves, morrendo de calor e passando noites em claro porque não estava acostumada com o ar condicionado.

Até hoje as pessoas me perguntam o que eu ainda faço em Manaus, sendo que toda minha família está em São Paulo e até meus pais já foram embora daqui. Eu virei caboquinha. Comi jaraqui. Falo “tu” as vezes e “maninho” quando quero zuar com alguém. Só não gosto daquela farinha que quebra o dente, fora isso...rs. Eu aprendi amar essa cidade.

Uma coisa eu falo com toda certeza: quem diz que São Paulo é melhor que Manaus é porque só pensa nas férias. É realmente uma cidade ótima para passear, ir ao teatro, galerias, restaurantes divertidos e caros que não temos por aqui, passear na Paulista e se encantar com a avenida que não têm fios de alta tensão, tirar foto na esquina da Ipiranga com a São João.

Morar lá é completamente diferente. Você vive o estresse do trânsito. Não existe dinheiro pra comer todos os dias nos melhores restaurantes e quando você tem esse dinheiro, o que falta é tempo porque o trabalho te consome. É a “nóia” do medo de ser assaltado em qualquer semáforo. É a tristeza de ver o que REALMENTE é a pobreza. MUITA gente dormindo na rua, doente. Não é como em Manaus que você sabe quem é a doida que anda pelada na rua, que engravidou ano passado.

Viver em São Paulo não é fácil. Viver em qualquer lugar não é fácil. Fácil é a nossa mania de reclamar do que a gente tem. A casa do vizinho é sempre mais bonita que a nossa.

Não vou gritar aos 4 ventos dizendo que Manaus é o meu lugar, mas pra eu sair daqui só mesmo com uma proposta muito boa, pra ser mais feliz que sou, e olha, vai ser difícil, viu?!

Obrigada por esses 9 anos de aprendizado, Manaus, sua LYNDSAY!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Branco

Eu abri a página de edição do blog pra escrever muita coisa.

Parei com os dedos em cima das letras "D" e "O". Certamente, como não de costume, ia escrever algo do tipo "DO meu direito de alguma coisa"

Lembrei que o que queria dizer é quase o que já foi dito no post Chiclete.
Dessa vez eu me sinto como um Dorflex, na verdade.

Pode ser que eu esteja errada. Na verdade, na maioria das situações não existe o certo e o errado. Pra mim, existe o que eu sinto, e só eu sei.